quarta-feira, 13 de maio de 2015

A fotógrafa pela arte de Miles Hyman / Woman photographing by Miles Hyman's art



terça-feira, 12 de maio de 2015

Frida Khalo: a eterna irreverência em exposição


A vida de irreverência e emoções extremas de Frida Khalo vai estar em exposição em Portugal: são 44 fotografias originais que mostram a história da artista do século XX.


A vida de Frida Khalo é a protagonista da exposição “Fashion Icon Frida Khalo”. A pintora mexicana, uma artista icónica para o século XX, deixou a sua marcar em várias áreas. Influenciou a pintura e o mundo da moda, além de ser um dos símbolos da emancipação feminina.
Agora o seu percurso de vida, desde a infância até à morte, vai estar exposto em 44 fotografias originais no CascaiShopping numa grande exposição dedicada à artista.

A coleção privada de fotografias foi organizada por autores como Lola Alvarez Bravo, Guillermo Dávila, Guillermo Kahlo, Leo Matiz, entre muitos outros, sendo a organização da exposição da responsabilidade do Atelier LikeArchitects. O evento tem o apoio da Embaixada do México em Portugal.



A história de Frida Khalo começa em julho de 1907, a data do seu nascimento na Cidado do México. Vítima da poliomielite ficou afectada na perna e no pé direitos. Num projeto da Escola Preparatória – onde era uma das poucas estudantes do género feminino –  conheceu Diego, o professor que veio a ser seu marido anos mais tarde.

Após um acidente de elétrico que lhe causou com lesões graves, afastou-se das questões políticas que a estimulavam para voltar aos pincéis. É também nessa altura que a sua relação com Diego se desenvolve, tendo o casamento acontecido em 1929. Motivada pelo marido, Frida desenvolve um estilo surrealista que marcou a arte moderna e dos quais os seus auto-retratos são os maiores exemplos.

A dificuldade em levar uma gravidez  até ao fim (sofreu três abortos ao longo da vida) impedindo-a de realizar o sonho de ser mãe, a que se somavam as constantes traições de Diego levam à separação do casal, causam-lhe uma tristeza profunda que transparece nos quadros. Frida organiza exposições pelos Estados Unidos, e entretanto o casal volta a casar. A relação não volta a ser a mesma e ambos envolvem-se com várias pessoas.

Em 1950 Frida desenvolve gangrena, algo que não impede a sua participação em eventos artísticos e políticos. Foi-lhe amputada a perna direita três anos mais tarde, mas em 1954 adoece com pneumonia. Viria a morrer com 47 anos na casa de infância.

Publicado em observador.pt em 11 de Maio de 2015




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Projecto expositivo "Lugar de mim" da fotógrafa Susana Paiva, em Coimbra


A Câmara Municipal de Coimbra e a Mercearia de Arte apresentam o projecto expositivo "Lugar de mim", da fotógrafa Susana Paiva, com abertura a 22 de Maio, pelas 18 horas, na Casa da Escrita, em Coimbra.

Este projecto, integrado na programação da EIF (Escola Informal de Fotografia), contempla a realização de um exposição autobiográfica de Susana Paiva, com produção da Mercearia de Arte, a realizar na Casa da Escrita, entre 22 de Maio e 15 de Junho, bem como a criação de um conjunto de objectos editoriais que serão apresentados, debatidos e comunicados ao longo da vigência do projecto da EIF.

O projecto reflecte a relação intrínseca entre fotografia e livro, tanto como suporte final como espaço expositivo. Além do grupo de trabalho da EIF juntam-se a este projecto diversos convidados que partilharão as suas experiências na área da investigação, criação, edição, conservação e construção de livros.


Sobre “Lugar de Mim”
 
O projecto “Lugar de mim” - pensado como um inventário poético, onde figurariam materiais identificados como sendo fundamentais na minha edificação, acabou por se revelar um espaço fragmentário, pontuado, em doses idênticas, por facto e ficção, indexado por materiais apenas totalmente decifráveis à luz dos afectos.

Aqui nesta Casa da Escrita, onde de momento habito, moram agora tempo(s) e espaço(s) muito distinto(s) desta enorme aventura que tem sido a minha construção enquanto fotógrafa. São espaços-memória, ficções-fátuas, cadernos de encargos - poéticos, claro -, pequenas declarações de amor, histórias de conquista e derrota, e muitas construções efémeras - pura cenografia edificada através do caminhar.

Alberga este projecto não apenas obras de minha autoria mas também um conjunto de obras assinadas por outros autores - todos eles parte de uma rede de cumplicidades sem a qual não imaginaria poder continuar a criar. É uma casa partilhada, onde o corpo se traduz e revela imaginação.

São as muitas linguagens presentes nesta convocatória artística, que contribuem colectivamente para a construção deste novo lugar - um lugar de mim, que reivindica não apenas o poder da linguagem, em todas as suas múltiplas possibilidades de escrita, mas também dos afectos como propulsores dessa expressão.

Este trabalho é assim, indubitavelmente e em simultâneo, processo e obra final, ou pelo menos finalizada por ora, pronta a ser fruída por todos vós. É um trabalho que assenta na importância da dimensão do jogo subjacente à relação entre quem cria e quem recebe, pois quem recebe também (re)cria. Olhando, escutando e reflectindo sobre este(s) objectos(s) seremos todos, de certa maneira, co-criadores desta obra ainda em devir. 

Susana Paiva


Mais Informações

Mercearia de Arte
Pedro Beja Alves 
pedrobejaalves@merceariadearte.com
 +351 915496734

Susana Paiva
susana@susanapaiva.com
 + 351919370353

Local da exposição
Casa da Escrita Rua Dr. João Jacinto, nº 8 3000-225 Coimbra
 
Horário
22 de Maio – das 18h às 20h30 25 a 29 de Maio – das 09h30 às 12h30 e das 14h às 20h 30 e 31 de Maio – das 14h às 18h 1 a 15 de Junho | de 2ª a 6ª feira | das 09h30 às 12h30 e das 14h às 20h 
22 a 25 de Junho | das 14h às 20h

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Exposição das primeiras fotografias portuguesas de sempre estão no Chiado

Palácio da Pena, fotografado em 1848 por Wenceslau Cifka

Quando a nova invenção chegou a Portugal, a sociedade oitocentista recebeu-a com curiosidade e entusiasmo. As primeiras imagens alguma vez tiradas mostram-se primeiro em Lisboa e depois no Porto.

Aqui não há selfies. As cores, as poses e as roupas denunciam outro Portugal de outra época, mais concretamente do século XIX. É isso que o público vai poder ver na exposição “Tesouros da Fotografia Portuguesa do século XIX”, que inaugura esta quinta-feira no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa.

A primeira fotografia que o mundo conheceu foi tirada em 1826 na região da Borgonha, em França. Anos mais tarde, a nova tecnologia chegou à sociedade oitocentista portuguesa, que a abraçou com curiosidade e entusiasmo. São algumas dessas fotografias iniciais que o Museu do Chiado vai mostrar até 28 de junho, algumas delas nunca mostradas ao público.

Uma das preferências da fotografia que mais impacto teria no final de século XIX e primeiras décadas do século XX foi o do registo e documentação de acontecimentos públicos e privados. As longas exposições, decorrentes de obturadores lentos, bem como de soluções químicas ainda igualmente lentas, impediram, durante as primeiras décadas da sua invenção, que a fotografia se ocupasse dos acontecimentos humanos que incluíam movimento, pode ler-se na página do Museu. Mas desde os anos 60, a fotografia de festividades públicas, acontecimentos sociais públicos e privados, celebrações e acontecimentos políticos é sistematicamente acompanhada por fotógrafos, amadores ou profissionais.

No século XIX, fotógrafos como Cunha Morais, Augusto Bobone, Carlos Relvas, João Camacho, Aurélio da Paz dos Reis, são alguns dos nomes que abordam situações tão diversas como uma tourada, uma caçada em África, a ida à praia, um passeio de D. Carlos e D. Amélia, um almoço de notáveis, os preparativos do casamento de D. Luís ou uma feira no Rossio.

As imagens chegam “dos mais importantes acervos públicos e privados da história da fotografia portuguesa, colocando em diálogo os acervos fotográficos de diversas instituições públicas que têm como missão a salvaguarda do património fotográfico nacional”, pode ler-se na página do Museu. No dia 30 de maio, as fotografias também se mostram na Galeria Municipal Almeida Garrett, no Porto, onde ficam até 16 de Agosto de 2015.

Fonte: Observador




quarta-feira, 22 de abril de 2015

Bom tutorial sobre o tratamento de fotos / Good tutorial about photo editing





"O serviço web polarr online fez um tutorial muito interessante que explica de uma forma muito pedagógica os termos que se usam no tratamento de fotos.
Para os curiosos e autodidatas da fotografia é um tutorial a não perder porque explica muito bem os conceitos que o tratamento de imagem tem, permitindo ver com exemplos concretos o que é e o efeito que provoca técnicas como:

  • Saturação;
  • Temperatura;
  • Contraste;
  • Sombras;
  • Exposição;
  • Vibração e muitos outros.

O interessante do tutorial é que além da explicação dos termos técnicos permite que através de simples movimentos no rato ver o efeito que a técnica faz na imagem.
Muito interessante para quem não é profissional da fotografia mas gosta de "brincar" com as suas fotos". 


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